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sábado, 30 de março de 2013

Crítica: Coleção Tex em Cores


| Formato da edição | Papel de primeira | Cores em alta definição | | Preço da edição |

 Em outubro de 2009, à Mythos Editora leva às bancas de jornais e Comics Shops a coleção/edição mais desejada por todos os admiradores e fãs das histórias de Águia da Noite: Tex em Cores.

 Tex em Cores republica, em ordem cronológica, todas as histórias do ranger mais temido do oeste. As edições desta coleção traz sempre histórias completas, com a adição das cores e num formato maior (16x21), além é claro, de matérias sobre o personagem, autores e etc.

 A coleção:

 Sem dúvida, esta coleção é o melhor trabalho que alguma editora brasileira já fez com Tex. Tex em Cores é uma deslumbrante edição, seja pela qualidade do material da HQ ou do formato. Nenhum texiano pode deixar de ter uma jóia rara dessas na sua prateleira.

 A Mythos Editora, que sempre foi merecidamente elogiada por seu padrão de qualidade, fez aqui um trabalho impecável. A editora da fogueirinha ouviu seus vários leitores e atendeu todos da melhor maneira possível, e o resultado foi magistral.

 A edição, composta com papel especial, lombada quadrada e com cores em alta definição, faz valer cada centavo que o leitor investe na revista. E por falar em preço, eis aqui o verdadeiro"vilão" da história.

 O blog Críticas Texiana, não está culpando a editora, afinal, o blog entende que um tesouro desses não é barato de se mandar fazer, e também há a questão do retorno, pois, antes de tudo, a Mythos é uma empresa. O blog apenas lamenta que o alto preço da edição afastará muitos leitores de sua posse, podendo assim com o baixo numero de vendas ser cancelado.

 Mas de qualquer forma, mesmo que a coleção não vingue, nós texianos brasileiros podemos nos orgulhar do fato de que a coleção mais bela de Tex foi composta em nosso país. Em outras palavras, a qualidade da edição brasileira superou até mesmo a própria edição em cores italiana.


 Os desenhos de Galep., ganham vida com as cores em alta definição que a edição possui. Mesmo o leitor conhecendo a história, terá a sensação de estar lendo uma história nova, pois  as cores dão um toque espetacular na trama, e os pequenos detalhes como a cor da roupa, fita e cavalos impressionam pela realeza.

 Esta, é uma coleção que vale a pena fazer um esforço para adquiri-la, pois é um autentico tesouro texiano.

sábado, 16 de março de 2013

Crítica: As fases de Tex

 Seja em fóruns, sites ou blogs, os fãs e colecionadores das revistas em quadrinhos Tex sempre debatem o mesmo tema: "qual" Tex é melhor? O de G. L. Bonelli ou o de Nizzi/Boselli? Para "tentar" chegar à uma conclusão sobre qual dos Tex é melhor, o blog Críticas Texianas fará uma análise sobre essas duas fases do ranger mais temido do oeste.

 Embora Nizzi e Boselli (os principais roteiristas de Tex) tenham tentado de todas as formas manter as características de G. L. Bonelli em Águia da Noite, eles acabaram alterando a personalidade e o estilo do ranger. Na época de G. L. Bonelli, Tex tinha um temperamento mais explosivo, resolvendo tudo à ferro e fogo. Hoje, o ranger mais temido do oeste já não é mais tão temido assim, pois agora só recorre as armas quando realmente é necessário.

 A mudança, na visão do blog, era necessária. Para um personagem como Tex, uma referência dos quadrinhos do gênero western, não dava para continuar exatamente como era. Com um novo estilo, as aventuras ganharam um "sangue novo".

 Após a entrada de Nizzi/Boselli, tivemos inúmeras aventuras inesquecíveis e marcantes na saga texiana: O Passado de Kit Carson (Boselli), O Vale do Terror (Nizzi), Conspiração Contra Custer (Nizzi), Soldados Búfallos (Boselli) e muitas outras. Nizzi e Boselli não só manteram o alto nível do personagem como também  expandiu esse nível. O fato de Tex até hoje vender tão bem na Itália mostra que o herói ganhou com a mudança.

 Mas o importante é que, seja com G. L. Bonelli ou com Nizzi/Boselli, Tex não fugiu de sua principal característica: fazer prevalecer a justiça e ser um amigo/irmão do próximo, independentemente de sua raça, cor ou poder aquisitivo.

 E você, caro leitor? Qual fase de Tex mais aprecia? A de G. L. Bonelli ou Nizzi/Boselli?

 PS: As críticas com as histórias vão continuar, mas agora além delas, o blog também fará matérias sobre o mundo texiano. Espero que gostem.